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| Acordei às 5.30 e ainda estava muito escuro. A noite foi passada com muito calor. Desci para tomar o pequeno almoço mas ainda não estava a ser servido. Cheguei à conclusão que o relógio estava adiantado 1 hora, tinha acordado às 4.30. Como, ainda, faltava algum tempo para abrir a cozinha, fui dar uma volta. O hotel fica numa zona comercial, um pouco longe do centro. Apenas a grande mesquita (Al Sultan Qaboos) fica perto. |
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| Fui de bus coletivo até Ruwi (centro de Muscat). O Bus colectivo é o transporte mais barato para andar na cidade. São carrinhas que fazem, sempre, o mesmo trajeto e param squando alguém faz sinal. O preço nunca ultrapassa o Rial. Só é preciso não fazer papel de turista e andar a perguntar quanto é cada viajem. Olha-se para quanto os outros pagam e nós fazemos o mesmo ... Ruwi é pequena, com alguns cofee shops, umas lojas e pouco mais ... Meia hora depois já estava a apanhar outro coletivo para Matrah (a parte de cidade que fica junto à marginal), onde fica o famoso Matrah Souk. |

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| Matrah é muito bonita, e corre uma ligeira brisa o que com este calor torna-se muito agradável. O Souk foi uma pequena desilusão (comparado ao Grand Bazaar, em Istambul ou aos souks de Marrakech, em Marrocos), mas a marginal compensa o desinteresse das lojas do souk. A caminhada à beira mar por uma estrada, sem buracos e muito limpa, e com as montanhas logo do outro lado, parecia não ter fim. A paisagem é sempre muito agradável e relaxante, com algumas, antigas, fortificações Portuguesas a serpentearem as montanhas. A meio do caminho e junto ao mar, surgiu um posto de bicicletas. Só era possível tirar a bicicleta por meia hora e o preço era zero ,,, Depois apareceu o palácio real, muito bem preservado, onde não se via, quase , ninguém ... nem turistas, nem guardas ... Desde que estou em Omã ainda não vi um papel no chão, nem um cigarro ... |



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| O palácio do Sultão Qaboos! |









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