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| Ainda acordei em Muscat e foi tomar o pequeno almoço, meter-me em coletivos e chegar cedo ao aeroporto ... a viagem correu bem, fiz um mudança em Doha e voei para o Kuwait. O visto, de entrada na cidade Kuwait, custou 3 Kr e tira-se no aeroporto com muita facilidade. Eu era o único a tirar o visto ... saí do aeroporto, fugi dos taxistas do costume (sempre à espera de turistas). Apanhei um táxi, fora do circuito turístico, e demorei uma hora até à estação do Bus, uma camioneta e mais uma hora de viagem até ao hotel, que fica num grande prédio com apartamentos muito fracos (no booking falava em piscina, mas apenas tinha um tanque ... A única coisa boa do apartamento é um enorme plasma! De resto, nem sabonete, toalhas, ... |
quarta-feira, 26 de março de 2014
Cidade do Kuwait (Kuwait) 23-03-2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
Muscat (Sultanato de Omã) 22-03-2014
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| Estou a dar as últimas voltas por Muscat e já é tudo mais do mesmo, a não ida a Musandam veio fazer com que os últimos dois dias tenham sido muito parados ... Foi um dia em que nada de especial se passou, apenas descanso ... que a partir de amanhã vou fazer três países em 6 dias ... Alucinante! |
Muscat (Sultanato de Omã) 21-03-2014
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| Hoje acordei e não encontrei os meus óculos, procurei por todo o apartamento e acabei por descer para perguntar na recebo ... Estavam guardados, tinha-me esquecido deles em cima da mesa na noite anterior, pois tinha estado a ouvir o relato do FC Porto ... Fiz o check out e fui para Muttrah, para outro hotel, este mais fraco mas junto à marginal ... A tarde correu monótona; com uns gelados, internet e a roupa a lavar na lavandaria ... |
Muscat (Sultanato de Omã) 20-03-2014
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| Ontem, faltou contar que quando eu estava a preparar-me para tomar um duche, na parte de cima do apartamento, vi um miúdo (empregado do hotel) a subir as escadas ... Fui apanhado de surpresa e perguntei-lhe, em tom calmo, o que é que ele fazia ali, porque é que não tinha batido à porta ... ele disse que tinha batido mas que ninguém respondeu! De seguida, o rapaz, pediu para eu tirar os calções ... percebi logo do que se tratava e pedi-lhe para abandonar o quarto, dirigindo-me para ele de um modo mais ameaçador e com um tom de voz mais elevado. O rapaz começou a fugir, e a pedir para eu não dizer nada a ninguém ... |
Muscat (Sultanato de Omã) 19-03-2014
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| Às 6.10 já estava a tomar o pequeno almoço (fraco - tipo indiano) e logo a seguir apanhei um táxi para me levar à saída de Seeb. Só consegui transporte, para Muscat, na saída da cidade. Acabei por apanhar um táxi que acabou por levar-me ao hotel, que eu previamente tinha reservado em Muscat. O taxista não se calava numa espécie de inglês, misturado com indiano. |
Seeb (Sultanato de Omã) 18-03-2014
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| Acordei, em Sohar, às 6.10, tomei o pequeno almoço, fiz o check out e fui para a estação das camionetas. Meia hora depois cheguei à estação. Estou com os pés cheios de bolhas, o calor é sufocante. Às 10.30 tenho bus para Seeb. Mal cheguei a Seeb fui reservar um quarto, que foi 5 riais mais caro do preço que vinha no booking. Depois fui até à praia, que estava vazia. É normal nos países árabes as praias terem muito pouca gente ... Tentei ir comer qualquer coisa a um café, mas já estava a fechar ... É normal estar tudo fechado, das 13h até às 16h, para as pessoas irem rezar. Abrem às 9 h, fecham das 13h às 16h e por volta das 18 h todo o comércio fecha. Seis horas de trabalho por dia, já não é mau com este calor ... |
Sohar (Sultanato de Omã) 17-03-2014
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| Por aqui é muito vulgar os Omanis cumprimentarem as outras pessoas, mesmo as desconhecidas (muito parecido com algumas aldeias do interior de Portugal). Os homens entre eles saúdam-se de uma maneira, deveras, engraçada; tocam o nariz, um com o outro e dão um beijo no ar ... completamente invulgar. Os Omanis são um povo muito amistoso e sempre pronto a ajudar, em nada parecido com os europeus ... |
Sohar (Sultanato de Omã) 16-03-2014
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| Cheguei a Sohar ao principio da tarde ... Quando saí da camioneta perguntei se já estava em Sohar, disseram que sim (estava à beira de um shopping) e que devia andar, em frente, para chegar ao centro da cidade. Passada meia hora, sempre a caminhar, a cidade ainda não se avistava e de repente a camioneta passou por mim ... tinha sido bem enganado. Depois de mais 1 hora a caminhar, com o sol quente do principio da tarde, mandei parar um táxi e por apenas 1 rial levou-me ao hotel. |
Al Hamra (Sultanato de Omã) 15-03-2014
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| Hoje não tinha ideia de qual seria o meu destino, quando quase por acaso, decidi-me por Al Hamra . A aposta nunca poderia ter sido tão boa. Depois de chegar à pequena cidade e de tomar um Massala Chai, perguntei a um Omani sobre o que havia para ver no lugar. Khalid convidou-me para um chá,e contou-me que o seu tio dirigia as velhas ruínas de uma antiga aldeia. |
Nizwa (Sultanato de Omã) 14-03-2014
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| Saí do hotel por volta das 9.30 h e apanhei um coletivo para o centro (apenas paguei 300 baisa). Fui ver o Forte de Nizwa, que é o monumento mais visitado em Omã. À volta de Nizwa existe muito que ver, mas é preciso ir de carro e com um motorista e eu hoje estou com pouca paciência. Estive a ver e a ouvir, uma cerimonia muçulmana (religiosa), o que é muito interessante. Uma coisa a não perder. Depois de mais umas voltas pela cidade voltei para o hotel e depois de comer um hamburguer no restaurante do hotel, fui deitar-me. Depois das 21 h, já não se vê ninguém na rua (habitual nos países muçulmanos). |
Nizwa (Sultanato de Omã) 13-03-2014
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| Apanhei um táxi para Ibra, dei uma volta pela vila, mas parece que não tem nada para ver. Mais um táxi, que me deixou a 10 km de Izki. Outro táxi e cheguei, mesmo, a Izki. Ao todo já tinha andado cerca de 80 km e só tinha pago 2 riais. O calor cada vez era maior e as temperaturas já passavam os 30º graus. Depois de uma bebida num café, lá estava eu a mandar parar outro táxi, que me levou a uma rotunda, já perto de Nizwa, e para apanhar por fim um táxi coletivo para chegar ao centro da cidade. |
Al Qabil (Sultanato de Omã) 12-03-2014
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| Ontem, resolvi vir ao deserto. A Júlia tinha cá estado no dia anterior e adorou. Vim de Bus até Al Qabil e depois de um pequena confusão sobre o sítio, exato, onde eu queria ficar, lá paramos em frente a Al Qabil Rest House. Na receção arranjaram-me uma viagem ao deserto, onde ficaria a dormir num acampamento. O preço seria de 55 riais. Passados 15 minutos lá estava o guia que me levaria ao acampamento ... Foi pena não estar mais ninguém nas cabanas, em pleno deserto. Foi uma noite, onde estive sozinho, a jantar, com os 4 funcionários a olhar para mim. |
Sur (Sultanato de Omã) 11-03-2014
Sur (Sultanato de Omã) 10-03-2014
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| Hoje resolvi passar por uma agência de turismo, para ver o preço das duas viagens que eu pretendia fazer. Uma era ao desfiladeiro de Wadi Shad, o outro era às tartarugas gigantes. Cada viagem ficava a 45 km, mas em sentidos opostos. O preço para ir ver as tartarugas (Turtle beach) era de 35 riais (cerca de 70 euros) e teria de ser feito entre as 20 h e as 3 h da manhã. Desisti logo pois não teria luz para fotografar. A ida ao desfiladeiro seria em excursão e o preço era mais elevado do que o aluguer de um carro. Optei por alugar o carro, por 20 riais, ao empregado da agência de aluguer de carros. Era o carro dele. |
Muscat (Sultanato de Omã) 09-03-2014
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| Acordei por volta das 5.30 ( já estou habituado ao fuso horario de Oman) e duas horas depois, com um pequeno almoço pelo meio, ja estava a fazer o check out. Fui apanhar o bus colectivo (que é o mais barato) e pus-me a caminho de Ruwi. Mal lá cheguei fui ver a que horas tinha transporte para Sur. O homem que vendia os bilhetes estava a dormir e tive que acordá-lo. Acordou e informou-me que só havia transporte às 14.30. Agora estou numa internet-café a pôr algumas fotos no blog. Ainda tenho umas horas até à partida do bus. |
Muscat (Sultanato de Omã) 08-03-2014
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| Acordei às 5.30 e ainda estava muito escuro. A noite foi passada com muito calor. Desci para tomar o pequeno almoço mas ainda não estava a ser servido. Cheguei à conclusão que o relógio estava adiantado 1 hora, tinha acordado às 4.30. Como, ainda, faltava algum tempo para abrir a cozinha, fui dar uma volta. O hotel fica numa zona comercial, um pouco longe do centro. Apenas a grande mesquita (Al Sultan Qaboos) fica perto. |
quinta-feira, 6 de março de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
Guayaquil (Equador) 08-12-2013
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| Último dia de viagem. Acordei ás 5.30, esperei até ás 7 h (hora a que é servido o pequeno almoço) e depois de comer fiz o check out. Fui na direção do bairro de Las Peñas e subi os 444 degraus até ao topo. Para o fim a subida já era penosa, mas a vista é deslumbrante e consegue-se ver Guayaquil por inteiro. Valeu a pena o esforço, mas para a próxima não posso trazer a mochila com as máquinas e o saco de viagem. É peso a mais e está muito calor. |
domingo, 8 de dezembro de 2013
Quito (Equador) 07-12-2013
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| Este é o meu último dia na cidade de Quito! Acordei por volta das 6.30 e fui à net, para fazer horas para o pequeno almoço. Reservei hotel para Guayaquil (última noite da viagem), e depois do pequeno almoço, fiz o check out. Num passo acelerado cheguei à estação da Panamericana em 45 m. Depois foi um principio de viagem lindíssimo, pelo meio de montanhas e vales, até chegar a uma zona plana, perto da costa. Aí a viagem tornou-se um bocado monótona e só se viam construções inacabadas (o mar estava tapado pelas dunas). Só por volta das 15 h é que paramos para comer. |
sábado, 7 de dezembro de 2013
Quito (Equador) 06-12-13
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| Começo a entrar na reta final da viagem, por isso só acordei ás 7 h da manhã. Hoje é feriado em Quito, é o dia da fundação espanhola da cidade e por isso resolvi guardar o dia para ir visitar "la mitad del mundo" (aqui fica o local onde a terra se divide em duas partes iguais, latitude 0-0´-0´´). Apanhei um autocarro, que levou-me a outro autocarro e que por sua vez parou fora da cidade para me deixar numa paragem, onde apanharia um terceiro autocarro com a indicação da metade do mundo. |
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Quito (Equador) 05-12-13
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Cusco (Perú) 04-12-13
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Depois de muito procurar, por um hostal em Cusco, parei num café para tentar ver, no booking, a melhor solução para dormir. Encontrei um hotel, mas depois de lá chegar o preço não coincidia com o do site. Resolvi procurar por um preço mais acessível e encontrei o que me pareceu à primeira vista, uma espelunca. O preço, também, era só de 50 soles e com pequeno almoço! O resultado foi um hostal bastante típico, com uma vista muito interessante e uns donos, super, simpáticos.
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Ollantaytambo (Perú) 03-12-13
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| Tentei ir a Awamsaky, que é o local onde as mulheres fazem tecelagem manualmente. Fica em Patacancha. Fui à loja em Ollantaytambo, para saber se era possível um transporte para visitar as senhoras. Fui informado por um inglês, very british (o dono), que a visita só seria na sexta feira. Para mim é impossível, pois quero estar amanhã em Cusco. |
Machu Picchu (Perú) 02-12-2013
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| Cheguei à entrada de Machu Picchu, depois de uma subida muito acentuada de 30 minutos num bus desde Águas Calientes, e quando me derigi à entrada para comprar o bilhete, foi-me dito que o mesmo teria de ser comprado em Águas Calientes. Só de imaginar em ter de descer outra vez de camioneta, para voltar a subir, comecei a desanimar. Foi quando o homem da entrada disse que tudo se resolveria. Chamou um guia e com a ajuda de mais uns soles, passada meia hora já tinha o bilhete na mão. O outro guia trouxe-mo no bus seguinte. Muito estranho não se vender bilhetes de entrada no próprio local ... |
domingo, 1 de dezembro de 2013
Viagem para Machu Picchu (Perú) 01-12-2013
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| À entrada em Cusco tentei meter conversa com uma peruana sobre os transportes que teria que apanhar para Olaantaytambo, pois a canioneta parava em Cusco. A ajuda da rapariga não foi muita, pois tenho a impressão que eu estava melhor informado que ela. A senhora (muito simpática) acabou por perguntar a uns peruanos que lhe disseram que a estação dos caminhos de ferro ficava um bocado mais para trás. De imediato insistiu em levar-me à estação, mas 100 m a subir fizeram-na desistir. Cusco fica a 3990 m a cima do mar e a dificuldade em respirar é grande. A jovem acabou por me dizer que embora vivesse à 11 anos na cidade, nunca se tinha habituado a uma altitude tão grande. |























